5 sinais de pele que merecem atenção

Somos cobertos por um tecido responsável por nos proteger dos agentes externos, como bactérias, vírus, vento, colisões… Quando ocorrem disfunções internas, surgem os sinais de pele, mostrando que nossa saúde não está bem. 

Assim, todos devem fazer um acompanhamento dermatológico para acompanhar essas alterações e fazer as alterações necessárias. Caso o sinal de pele seja resultante de fricções, batidas, ou seja, por contato físico, medidas mais básicas podem ser adotadas, como uso de roupas protetoras ou cremes.

Sinais de pele

O corpo é preenchido externamente por um tegumento estratificado, ou seja, formado por várias camadas. Na parte mais externa, há a epiderme, produtora de melanina – pigmento que dá cor – local, onde surgem a maioria dos cânceres.

Abaixo, temos a derme, constituída de colágeno e elastina, que dão elasticidade e firmeza para o tecido. Nessa camada, temos os pelos, glândulas de suor, terminações nervosas e vasos sanguíneos. A parte mais profunda é a hipoderme, onde se encontram as células de gordura com o propósito de regular a temperatura e reter a energia. 

É muito importante ficar atento aos sinais de pele mais comuns para buscar por um especialista ao identificar questões mais graves, que não podem ser resolvidas com medidas caseiras:

  • Pintas e verrugas: também denominados nevos melanocíticos, são elevações na pele com alteração de cor e tamanho. Jamais devem ser negligenciados, pois alguns podem evoluir para o câncer de pele;
  • Manchas: conforme sua cor, identifica-se sua origem – doenças genéticas, senis, alimentação inadequada e excesso de exposição solar;
  • Lesões: qualquer tipo de machucado deve ser avaliado imediatamente, já que permitem a entrada de agentes externos para dentro de nosso corpo;
  • Ressecamento: frequentemente estão associados à hidratação, mas também podem remeter a diabetes, doenças vasculares ou da tireoide.

Faça sempre o autoexame e agende uma consulta com um especialista ao notar essas alterações no corpo, pois uma disfunção identificada em estágio inicial possibilita maiores chances de cura.

Câncer de pele

Os cânceres de pele se resumem a carcinomas e melanomas. Todos, ao serem diagnosticados precocemente, oferecem grandes chances de cura. Eles surgem, geralmente, na epiderme, a partir do crescimento descontrolado das células, sendo a irradiação solar, a principal vilã do processo.

Nossa cútis absorve os raios solares, em um processo cumulativo. Somado à passagem dos anos, essa sobrecarga de radiação passa a modificar as estruturas das células e, quando acrescentamos os hábitos alimentares e elementos tóxicos a que somos submetidos, crescem as chances de desenvolver essas anomalias nas células.

Prevenção

Os sinais de pele representam um alto risco para o aparecimento de anomalias, por isso o paciente deve analisar seu corpo e passar em consultas frequentes com o dermatologista em busca de perceber novos aparecimentos de pintas e acompanhar as presentes.

O especialista fará uma análise da cútis com um dermatoscópio para identificar se a lesão representa um perigo ou não para a saúde do paciente. Geralmente, o tratamento mais comum para um sinal de pele é a remoção da pinta, representando o fim do problema. Caso a lesão seja mais profunda ou complexa, outros exames serão feitos e prescrever o melhor protocolo de acordo com cada caso.