A FÍSICA E UMA REGRA DE TRÊS DESMISTIFICAM O AQUECIMENTO GLOBAL

Aquecimento Global
Aquecimento Global / foto: pexels

ERNANI SARTORI

Cientista

Todos sabem que a turmas do aquecimento global atribui a temperatura do ar a um efeito estufa causado pelo CO2 e à sua radiação. Toda vez fazem alarmismos sobre a temperatura do planeta e sobre os níveis do CO2, este que é, inclusive, medido num só lugar do planeta (Mauna Loa – Havaí). Mas, isto é completamente errado, pois a temperatura do ar é consequência de muitos fatores e não somente ou principalmente de um gás de efeito estufa. E os níveis do CO2 não são iguais ao redor do planeta. A temperatura do ar é consequência de balanços de calor e massa entre a superfície e o ar onde se incluem o calor do Sol, o calor e massa por evaporação, calor e massa por sublimação das geleiras, calor por convecção, calor por radiação, calor por condução, calor e massa emitidos por certas atividades humanas, efeito estufa devido a coberturas de nuvens, efeito estufa devido a certos gases incluindo o vapor d’água. É bastante complexo! Portanto, não é só devido ao CO2, mas a errônea ciência do aquecimento global não conhece isso tudo. Este autor trabalhou teórica e experimentalmente com sistemas abertos e fechados de evaporação que reproduzem o funcionamento do planeta. Na natureza, todos os processos físicos são os mesmos, só as quantidades mudam. Mas, é preciso saber identificar os processos. Tais conhecimentos, entre outros, me levaram, inclusive, a descobrir o Novo Ciclo da Água em poucos segundos, a descobrir novas leis da evaporação, a criar uma inteira teoria para o planeta que já foi confirmada por muitos dados experimentais obtidos ao redor do mundo, bem como a demonstrar inúmeros absurdos dessa turma, entre outras coisas. Isto é física e não uma tremenda limitação de conhecimentos dessa turma e suas organizações, estas que hoje em dia só se valem dos seus poderes político e midiático para conduzir a humanidade para errôneos caminhos. Há mais coisas entre o céu e a terra do que a vã filosofia e “ciência” dessa turma possam imaginar. Mais explicações estão no livro “Muitas Absurdas Insanidades da Ciência do Aquecimento Global e o Novo Ciclo da Água”, deste autor.

Mas, como essa turma faz um enorme alarmismo e impressiona o mundo inteiro quando faz suas aparições, podemos verificar com os pés no chão e matematicamente qual a verdadeira contribuição do efeito estufa desse gás na temperatura do ar. As propriedades físicas que fazem uma substância (vidro, plástico, gases etc) ser de efeito estufa ou não é a sua absorção de radiação e sua concentração, aqui-agora. Assim, um gráfico (entre outros) nos mostra que a absorção de radiação pelo vapor d’água é muito maior do que a do CO2 bem como sua concentração é cerca de 100 vezes maior do que a do CO2. Nesse gráfico também vemos que as absorções de radiação pelo metano e óxido nitroso (outros gases considerados de efeito estufa) são irrisórias. E também sabemos que as concentrações do metano e oxido nitroso na atmosfera são insignificantes. Só por aí já se verifica que o vapor d’água é o gás de maior efeito estufa e muito maior do que o CO2, mas a turma o despreza por causa do seu errôneo e muito superficial conceito feedback, que elimina o vapor d’água da atmosfera (absurdo!). O vapor d’água está sempre presente na atmosfera, causa efeito estufa e é participante de várias consequências climáticas, como, por exemplo, enchentes.

Admitindo que os 4 gases que exercem os maiores efeitos estufas, vapor d’água, CO2, metano e óxido nitroso (também conhecido como gás do riso ou hilariante), de respectivas concentrações de 45.000, 400, 1,8 e 0,32 ppm tenham a mesma absorção de radiação, o efeito estufa fica dependente apenas da concentração de cada gás e, assim, uma regra de três pode ser estabelecida para verificar as influências que cada um exerceria na temperatura do ar de 20 °C. A Lei de Beer-Lambert diz que a absorção de radiação por substâncias (vidro, plástico, gases etc) é diretamente proporcional ao comprimento L através do qual o raio cruza a substância e à concentração c, isto é, A a Lc. Portanto, considerando L constante, esta lei também justifica a aplicação da regra de três. Desta forma,   

45000×20/45402.12 + 400×20/45402.12 + 1.8×20/45402.12 + 0.32×20/45402.12 = 20

Resultado: 

19.823 + 0.176 + 0.000793 + 0.000141 = 20

Ou seja, a influência percentual que cada gás exerceria é de:    

H2O = 99,115 %;  CO2 = 0,88 %;  CH4 = 0,00397 %;  N2O = 0,000705 %.

Como vemos, a influência do CO2 é de menos de um por cento na temperatura do ar. E as do metano e óxido nitroso são muito menores ainda, isto é, nada! E como na realidade os níveis de absorção de radiação dos outros três gases são muito menores do que os do vapor d’água, os percentuais a serem obtidos são muito menores ainda do que os valores achados acima. Menos do que nada! E como dito no começo deste artigo, não é apenas um gás e seu efeito estufa que compõem ou comandam a temperatura do ar e, então, a participação do efeito estufa do CO2 na temperatura do ar é ainda mais desprezível. Menos do que menos que nada! E quando dizem que o gás metano é 21 ou 23 vezes mais potente do que o CO2 é por causa de outro conceito não-científico e errôneo da “ciência”.

Só sobrou o gás do riso muito hilariante…