agronegócio no Brasil

O agronegócio, historicamente, sempre foi um dos destaques da economia brasileira, representando, atualmente, mais de 20% do PIB nacional. No entanto, apesar de toda essa importância para a nação brasileira, os brasileiros demandam a expansão sustentável no país segundo dados de pesquisa apurados pelo relatório “Transformação Digital na América Latina – 2021”, conduzido pelo fundo de venture capital Atlantico.

De acordo com a pesquisa feita, em parceria com a empresa de pesquisa e análise estatística AtlasIntel, com 1178 pessoas, representativa da população brasileira (margem de erro de 3%), durante os dias 23 e 29 de agosto deste ano, as medidas ambientais devem ser prioridade, com 38% dos brasileiros identificando a mudança climática como o principal risco para o futuro do planeta, e 56% dizendo que a sociedade deveria priorizar a preservação ambiental à frente do crescimento econômico.

Paralelo a isso, os agricultores têm investido e muito em tecnologia, tanto para atender o crescimento econômico, como também as necessidades ambientais. De acordo com o managing partner do Atlantico, Julio Vasconcellos, a pesquisa mostra que as companhias brasileiras devem seguir uma nova tendência para se destacar no mercado.

“Os consumidores têm prestado muito mais atenção na forma com que as companhias se portam, como se comunicam e como fazem seus produtos. Todas as empresas precisam se atentar a esse novo mundo, em que as pessoas querem se sentir representadas pelos produtos que consomem, impactando em um mundo mais verde e sustentável”, comenta Vasconcellos.

A sociedade vendo o futuro

O Atlantico ainda perguntou aos seus entrevistados brasileiros o que eles consideram o principal risco para o futuro do nosso planeta. Segundo 38% dos entrevistados, a principal ameaça são as mudanças climáticas, seguido por 26% que consideram o principal risco ser o fim da democracia. Na sequência, 16% acham que o problema seria o surgimento de novas pandemias ou novas doenças, 12% as guerras e o terrorismo, 5% declararam não saber e 4% consideram que outros fatores são mais prejudiciais.

“O que constatamos é que o consumidor global tem demandado e procurado soluções sustentáveis e estão caminhando para a ampliação do que é conhecido como uma nova economia verde”, pontua Vasconcellos.

O relatório ainda apresenta que 57% dos consumidores já mudaram seus hábitos para reduzir o impacto ambiental e que globalmente 70% têm buscado comprar bens que estejam alinhados com seus valores, estando dispostos a pagar mais por isso. No Brasil, esse número representa 61% do mercado.

Um desses produtos que têm ganhado destaque no mercado são os hambúrgueres feitos à base de plantas. A pesquisa também trouxe esse recorte específico, demonstrando que 44% das pessoas ainda não consumiram o produto, mas têm vontade de experimentar, 7% também revelaram comer frequentemente. Apenas 5% declarou ter consumido e não ter gostado deste tipo de hambúrguer.

O relatório “Transformação Digital na América Latina – 2021”

O avanço tecnológico na América Latina já vinha acontecendo com o passar dos anos. Os investimentos de capital, tanto de empresas locais como de companhias de outros países, era realidade, tanto que as perspectivas do setor vinham sendo otimistas. A pandemia da covid-19 traçou um novo panorama para os países dessa região como mostra o relatório “Transformação Digital na América Latina – 2021”, divulgado pelo fundo de venture capital Atlantico no dia 20 de setembro.

O documento aborda diversos aspectos da evolução tecnológica na América Latina, levando em consideração todo o fator pandêmico, abrangendo sua análise para diferentes setores que passam pelo processo de transformação digital.

O documento completo, contendo todas as informações obtidas pela equipe do Atlantico, pode ser acessado no site oficial da empresa:

https://www.atlantico.vc/2021-transformao-digital-da-america-latina

Atlantico é um fundo de venture capital que investe em empresas de alto crescimento na América Latina. O fundo é liderado por Julio Vasconcellos, fundador do Peixe Urbano e primeiro representante do Facebook no Brasil. O fundo faz parte da mesma firma de investimentos do fundo Canary.