sustentabilidade
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Nos últimos meses, passamos por uma mudança radical de nossas rotinas. O risco biológico representado pelo vírus mudou a forma como fazemos todas as coisas, e virou de ponta-cabeça até coisas que estávamos fazendo em prol de maior sustentabilidade. Ao final e depois da pandemia, precisamos reverter alguns desses comportamentos que se criaram, para que possamos avançar. Neste artigo, iremos discutir um pouco mais sobre esse tema.

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1. Embalagens e descarte

A pandemia fez com que coisas plastificadas, embalagens e proteções se tornassem algo importante para evitar o contágio. Muitas pessoas passaram a comprar tudo por delivery e houve quem tenha deixado de levar sua própria sacola para as compras. Limpar cada coisa e ainda desinfectar uma sacola… isso desmotivou o uso.

O plástico passou a se tornar importante, então ao acabar a pandemia e depois, será necessário repensar embalagens. Para onde for necessário, que se pensem em plásticos biodegradáveis: será necessário novamente reverter essa alta no uso.

2. O carro como prioridade

Como passamos a evitar pessoas, os carros individuais se tornaram amigos ideais para ir onde se precisa com menor chance de se infectar. Mesmo as vacinações se desenvolveram e ainda acontecem por carros. Isso fez com que o fenômeno de queda na atratividade em ter um carro, mesmo que usado, se revertesse.

Mesmo quando a pandemia passar, é preciso repensar nosso modelo de transportar, pela sustentabilidade ambiental e social. Considerando o exemplo da vacinação, o fato de pessoas estarem em carros fez com que algumas cidades colocassem fora da zona urbana a vacinação, ficando longe para algumas pessoas. Mais carros individuais representam maior poluição e menor eficiência no transporte.

E o transporte público precisa atender às pessoas com maior comodidade, sem amontoá-las. Quem precisou trabalhar nesse difícil momento, longe de casa, sofreu grande chance de contaminação.

3. Entendendo melhor nosso papel na natureza e como vírus e outras coisas funcionam

Mesmo com a pandemia, houve quem não tenha entendido o recado, e achado que era apenas um vírus chinês. Poderia ter acontecido em todo o mundo, pois temos contato irrestrito com vários animais, invadimos seu hábitat, transformamos o espaço. Vírus sofrem mutações com o passar do tempo.

A mudança de comportamento em prol da saúde e da sustentabilidade precisam não ser vistas apenas como vanguarda, mas como prevenção. Isso envolve rever muitas atividades e comportamentos.

4. Lixo contaminante

As máscaras, quando descartáveis, tornaram-se um resíduo com potencial contaminante. A separação de resíduos, que nem sempre acontece em nosso país, demonstrou mais uma face de nossa pequena parcela de disciplina nessa tarefa. Não foi difícil encontrar máscaras por aí nas ruas, juntando-se a outros resíduos que não deveriam ali estar. O desafio de criar essa cultura e disciplina seguirão, mesmo após a pandemia.

Por fim,

Um momento diferente faz com que precisemos rever conceitos e trabalhar com novas formas de buscar maior sustentabilidade. Se antes buscávamos algo, talvez isso tenha se tornado difícil por conta do contexto em que vivemos.

Com o esmorecimento da pandemia, será preciso reverter tendências e buscar ainda mais em mudanças de como consumimos e nossos hábitos diários. Essa será mais uma retomada que precisaremos fazer.

SOBRE A AUTORIA: Esse texto é um oferecimento d’O Blog do Mestre, gentilmente publicado pelo Meio Ambiente Rio. O Blog do Mestre é um blog que envolve entretenimento, curiosidades, atualidades e muito conhecimento!