Divulgação GNA_ monitoramento tartaruga
Divulgação: GNA Monitoramento de Tartarugas Marinhas

A GNA – Gás Natural Açu, joint venture formada pela Prumo Logística, bp, Siemens e SPIC Brasil aderiu ao Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas (PMTM), realizado no Porto do Açu. Ao longo de mais de 13 anos de atividades, o projeto já realizou mais de cem ações de solturas e garantiu o nascimento de mais de 1 milhão de filhotes.  A participação reforça o compromisso da GNA com a sustentabilidade, educação ambiental e conservação da biodiversidade, principalmente na região de Campos dos Goytacazes e São João da Barra, onde a empresa está construindo o maior parque termelétrico a gás natural da América Latina.

Um dos principais objetivos do Programa é identificar, monitorar e proteger os ninhos e os filhotes de tartarugas, durante o período reprodutivo, que vai de setembro a março. O monitoramento é realizado desde o Pontal de Atafona, em São João da Barra, até a Barra do Furado, em Campos, totalizando 62 km de faixa de areia. Além disso, o PMTM faz o monitoramento diário de eventos não reprodutivos, tratamento veterinário de animais debilitados e visa conscientizar as comunidades locais, especialmente pescadores e familiares, sobre a importância da conservação das tartarugas marinhas.

Compromisso com o meio ambiente

Desde o início de suas obras, a GNA tem realizado inúmeras iniciativas para a mitigação de impactos e conservação do meio ambiente. Um dos marcos foi a mudança na cor da embarcação FSRU BW MAGNA. “Logo no início do projeto, recebemos a informação de que a cor da FSRU poderia prejudicar o senso de orientação das tartarugas fêmeas, impactando diretamente na desova. Então, não medimos esforços e mudamos a sua cor de verde claro para azul marinho visando diminuir a quantidade de luz refletida na água”, acrescenta João Teixeira, Gerente Geral de Sustentabilidade da GNA.

Outro marco importante para a conservação das tartarugas é o Programa de Fotomitigação desenvolvido pela GNA com objetivo de reduzir os impactos da iluminação do empreendimento na faixa de areia onde ocorre a desova. O controle dessa iluminação contribui para diminuição de possíveis impactos na desova de fêmeas adultas e, principalmente, para que os filhotes não se desorientem em relação ao mar, no momento do nascimento.

O Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas já conta com a participação das empresas Porto do Açu Operações, Açu Petróleo e Ferroport. A região do Porto do Açu é procurada, principalmente, pela espécie Caretta carettatambém conhecida como tartaruga cabeçuda, para desova. Segundo especialistas, a região norte fluminense é de extrema importância para a essa espécie, pois a temperatura da areia (fator que determina o sexo desses animais) favorece o nascimento de filhotes machos, impactando globalmente na manutenção da população das tartarugas.