Salvador/BA 16/6/2020 –

A integração entre o Hospital e Home Care em meio a pandemia de Covid-19 será discutida durante webinar com o hepatologista Raymundo Paraná, superintendente médico do hospital Aliança e o coordenador médico da S.O.S. Vida, Mateus Assis. O webinar promovido pela S.O.S. Vida será transmitido ao vivo na quarta-feira (17), às 20 horas, no canal da S.O.S. Vida no YouTube.

Profissionais de saúde debatem a integração entre hospitais e home care no combate a Covid-19 em webinar promovido pela S.O.S. Vida.

A pandemia de Covid-19 trouxe impactos severos em todo o mundo, demandando da sociedade medidas rígidas para conter a propagação do vírus. As instituições de saúde, na linha de frente do combate, precisaram se mobilizar para evitar o colapso, reavaliando suas estratégias constantemente.

Neste cenário, a atuação integrada entre hospitais e Home Care é uma das ações utilizadas para ampliar a capacidade de leitos hospitalares, garantindo a continuidade segura de tratamento no domicílio dos pacientes.

Essa medida será discutida, nesta quarta-feira (17), durante webinar com o hepatologista Raymundo Paraná, superintendente médico do hospital Aliança e o coordenador médico da S.O.S. Vida, Mateus Assis.

O webinar será transmitido ao vivo na quarta-feira (17/06), às 20 horas, no canal da S.O.S. Vida no YouTube [youtube.com/sosvida]

 

HOSPITAL E HOME CARE – PARCEIROS NO CUIDADO

Mateus Assis defende que as contribuições das empresas de Home Care em meio à pandemia seguem as recomendações das autoridades de saúde.

“Quando conseguimos desospitalizar o paciente para dar continuidade ao seu tratamento no domicílio, estamos tirando-o de uma situação de aglomeração dentro do hospital, possibilitando o confinamento social e, ainda, liberando leitos nos hospitais. Claro que o Home Care não substitui os hospitais, mas somos um forte aliado nessa situação”, explica.

Para Raymundo Paraná, desospitalizar é tão importante como internar o paciente em uma unidade de saúde.

“O ambiente hospitalar tem validade. O processo de desospitalização passa pela alta simples ou encaminhamento do paciente para um ambiente de cuidados com menor custo e menor complexidade. Além disso, deixa os pacientes próximo dos seus familiares, o que é bastante salutar para sua recuperação ou para seu processo de paliação. Esse entendimento já ocorre em todo mundo, mas encontra resistência no Brasil, que foram rompidas agora a partir do momento que se compreendeu que a desospitalização de quem ainda precisa de cuidados tornou-se um aliado importante no enfrentamento da Covid-19”, defende o hepatologista.

Para ele, o cenário de pandemia fortaleceu a parceria entre hospitais e empresas de Home Care, mostrando-se uma “ferramenta extremamente importante para manejo dos pacientes, que são poupados de riscos desnecessários”.

De acordo com especialistas, os quadros graves de Covid-19 devem ser atendidos na rede hospitalar, que possui a estrutura de UTI necessária para a assistência. Mas com a estabilização do quadro, os pacientes permanecem internados até receber alta.

“Nesses casos seria possível dar continuidade ao tratamento em casa com o suporte de uma equipe multiprofissional de atendimento domiciliar. Desta forma, os pacientes não ficam desassistidos e liberam o leito para os casos mais graves, que dependem da estrutura da rede hospitalar”, complementa Fernanda Gama, gerente de relacionamento com o mercado da S.O.S. Vida Bahia, que vai moderar o debate.

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