O FATO QUE GEROU O DESCOBRIMENTO DO NOVO CICLO DA ÁGUA

Novo Ciclo da Água
Novo Ciclo da Água / Imagem: Ernani Sartori

Numa aleatória andança pela internet, sem buscar nada objetivamente, casualmente me deparei com o tal “evaporation paradox”, que diz que nas últimas décadas houve mais nuvens e precipitação enquanto houve menor evaporação em várias partes do mundo (ex., Rússia, Europa, EUA, China, Índia, Venezuela). Os autores desses trabalhos, todos da área de hidrologia e de fora do Brasil, por dependerem apenas do conhecimento do ciclo natural da água que sempre disse que a evaporação é a única fonte para a formação de nuvens e chuvas, não entenderam como menos água poderia gerar mais nuvens e chuvas. Esses pesquisadores empíricos concluíram que “maior precipitação não é conciliatória com menos evaporação” e então denominaram essa sua incompreensão de “evaporation paradox”, definida por eles mesmos como “o contraste entre a expectativa e a constatação”, reconhecendo claramente que seus conhecimentos não foram suficientes para entenderem e resolverem essa questão atmosférica. E esses conceitos também são usados pela turma do tal aquecimento global.     

Mas, logo concluí que a atmosfera não pode funcionar através de paradoxos e que menos água ou menos evaporação não podem, de fato, gerar mais água nem mais nuvens e chuvas naturalmente, pois água não cria água nem qualquer outra coisa cria água. Isto iria contra a lei natural da conservação de massa que diz que “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Esse princípio atribuído a Lavoisier foi descoberto 14 anos antes por Lomonosov. Então, parei alguns segundos para pensar e imediatamente descobri o Novo Ciclo da Água e também raciocinei que menos evaporação é sim conciliatória com maior precipitação. Um artigo meu de 1996 foi determinante para essa conclusão. É uma descoberta que revoluciona o conhecimento da humanidade. E essa tomada de posição aconteceu muito antes de eu ter começado a conhecer com maior profundidade sobre quais conceitos que a turma do aquecimento global pratica. Essa turma empírica e imaginativa (não científica) não foi capaz de perceber a verdadeira solução física para a questão bem como famosos pesquisadores do mundo só conseguiram falar e fazer algumas “abobrinhas” de letrinhas sem absolutamente nenhum significado físico bem como violaram a primeira lei da termodinâmica. Esses e outros fatos me fizeram começar a suspeitar que pudesse haver uma ciência sem fundamentação física, sem base teórica concreta e correta por trás disso no mundo todo e ser muito absurda. E artigos publicados nas revistas Nature e Science me deram ainda maior convicção sobre isso. E não teve revista científica das mais famosas e seus “peer reviewers” que entenderam e enxergaram tamanhas aberrações!  

Ou seja, o mundo todo comunga com a mesma ausência de ciência verdadeira, pelo menos nessas áreas! Era inacreditável como até renomados pesquisadores e suas instituições, incluindo universidades e das mais famosas do mundo inteiro poderiam ser tão insanas cientificamente e engolirem como verdade tantos absurdos e, assim, sem valor científico! Como pode o mundo todo, incluindo as revistas dessa turma ditas conceituadas, não conhecerem a verdadeira física e concordarem e premiarem “soluções” e “ciências” completamente insanas? 

Por aqui se constata que o mundo reproduz informações automaticamente sem maiores conhecimentos e questionamentos e, assim, erros absurdos podem ser cometidos até pela ciência, a qual, neste caso, é uma ciência empírica sem fundamentação em conhecimentos físicos teóricos. O conhecimento sobre os princípios físicos dos comportamentos do planeta para questões climáticas nos guia mais rápida, firme e objetivamente às devidas e coerentes soluções. Através dos princípios básicos podemos verificar a validade, aplicação, importância e coerência dos vastos, variáveis, complexos e confusos dados reais sem perder a direção correta e sem causar perda de tempo e de esforços. Eles nos conduzem através da adequada linha

Após todos esses espantos comecei a adquirir convicção definitiva de que o entendimento dessa turma sobre a evaporação e sobre o funcionamento e a física da atmosfera era muito fraco e genérico e não havia ninguém nem nenhuma instituição capaz de se opor a tanta aberração científica. E como os métodos, conceitos e procedimentos das respectivas turmas são completamente empíricos e iguais entre si bem como publicados intensamente nas mesmas “conceituadas” revistas, comecei a me certificar de que havia uma inteira “ciência” do chamado aquecimento global muito errônea que “fundamenta” tantos absurdos que comandam os destinos da humanidade através de seus poderes político e midiático. Eu ficava estarrecido e até sofria com tal visão que se descortinava à minha frente.

Ao mesmo tempo dessas minhas tomadas de conhecimentos sobre tal “ciência” do aquecimento global, me dei conta de que a evaporação não tem sido a única fonte para a formação de nuvens e chuvas, porque as nuvens não são formadas apenas por água e provinda apenas da evaporação, mas também por água, partículas e calor. Certas atividades humanas jogam para cima exatamente esses três ingredientes, intensa e irregularmente a todo instante ao redor do mundo, os quais voltam intensa e irregularmente para baixo de formas diferentes. Essa ciência empírica absurdamente ainda não se dá conta disso.    

Assim comecei a suspeitar que a base da ciência do tal aquecimento global que tem suporte no CO2 poderia ser muito errada também. Essa ciência, que acha que o gás carbônico e outros gases de menor importância são os causadores de um efeito estufa dominante e de todos os males climáticos do planeta, diz que há um aquecimento homogêneo e inteiramente global e despreza completamente outros fatores, causas e consequências, como as geradas pelo vapor d’água em suas várias nuances. E através do meu artigo de 1996 logo percebi que o planeta funciona de acordo com um evaporador aberto e um fechado, de acordo com a intensidade, cores e aberturas das coberturas de nuvens. Todos os processos físicos na natureza são os mesmos, só as quantidades mudam.

Esses pesquisadores estrangeiros e sua turma do aquecimento global nem chegaram perto de descobrirem o novo ciclo da água, apesar de terem dormido em cima, mas sem saberem disso, Essa “ciência” é formada em sua maior parte e na essência por conceitos e entendimentos absurdamente errados, imaginativos e incoerentes. Simples verificações derrubam o que essa turma afirma a todo instante. Exemplos disso estão, entre outras publicações minhas, nos meus dois mais recentes artigos sobre uma regra de três e sobre enchentes. O livro “Muitas Absurdas Insanidades da Ciência do Aquecimento Global e o Novo Ciclo da Água” está repleto desses absurdos, os quais não se esgotam ali.