Porto do Açu, no Rio de Janeiro | Divulgação
Porto do Açu, no Rio de Janeiro | Divulgação

Iniciativa global identifica navios de elevada performance ambiental

O Porto do Açu irá adotar a partir de 2021 o Enviromental Ship Index (ESI), índice que classifica as embarcações que superam os padrões de emissão estabelecidos pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês).Navios que performam acima dos padrões ambientais, incluindo os níveis de emissões de gases do efeito estufa, terão acesso a tarifas portuárias diferenciadas.O ESI é um projeto liderado pelo World Ports Sustainability Program (WPSP), vinculado à Associação Internacional de Portos (IAPH).

“Temos uma infraestrutura portuária de classe mundial, com capacidade para receber os maiores navios do mundo. Ao adotar o Environmental Ship Index, deixamos claro que o Açu está comprometido em participar do esforço global de redução de emissões”, explica José Firmo, CEO da Porto do Açu Operações.

Estima-se que a indústria internacional de navegação seja responsável por 2% a 3% das emissões de gases do efeito estufa no mundo. O embarque de petróleo bruto, carvão, minério de ferro, grãos e outras commodities a granel representam mais de 80% do comércio marítimo global.

Sobre o Porto do Açu

Único porto totalmente privado do país, o Açu está em operação desde 2014. Em 2019, seus terminais privados movimentaram 43 milhões de toneladas, números que, quando comparados à movimentação de portos públicos, o coloca na 3º posição, atrás apenas dos portos de Santos e Paranaguá.

Resultado de investimentos que somam mais de 13 bilhões de reais, o Porto do Açu é hoje um dos maiores complexos de infraestrutura do País: tem o terceiro maior terminal de minério de ferro do Brasil, é responsável por 25% das exportações brasileiras de petróleo, ergue o maior parque térmico da América Latina e abriga a maior base de apoio offshore do mundo. Entre clientes e parceiros, já atraiu companhias de classe mundial como Anglo American, bp, Equinor, Shell e Siemens.