A sétima parcela do auxílio emergencial começa a ser paga para os brasileiros que recebem de acordo com o mês de aniversário a partir do dia 20 de outubro, ainda neste mês. É estimado que ela seja a última caso o Bolsa Família tenha o reajuste de 50% como foi prometido pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. No entanto, se não houver essa alteração do benefício, Paulo Guedes argumenta que pode prorrogar até o final do ano e até mesmo já sinalizou a possibilidade de seis meses. 

O valor, se houver a prorrogação, deve continuar o mesmo: R$ 150 para quem mora sozinho, R$ 250 para famílias de duas ou mais pessoas, R$ 375 para as mulheres solteiras e com filhos. Projetos na Câmara de Deputados pediam o aumento para R$ 500 por mês, mas, devido a faltas de verbas, ele não foi aprovado. 

Uma dúvida bastante comum é se o MEI, microempreendedor individual, pode receber o auxílio emergencial. A resposta para essa pergunta seria que depende: para ter acesso ao programa, é necessário estar dentro de uma série de categorias diferentes e requisitos como a renda inferior a três salários mínimos por família, desemprego e não recebimento de benefícios do INSS. 

Calendário do auxílio emergencial

Veja, abaixo, o calendário completo do auxílio emergencial referente à sétima parcela do pagamento pelo Caixa TEM: 

  • dia 20 de outubro para os grupos que nasceram em janeiro
  • dia 21 de outubro para os grupos que nasceram em fevereiro
  • dia 22 de outubro para os grupos que nasceram em março
  • dia 23 de outubro para os grupos que nasceram em abril e maio
  • dia 26 de outubro para os grupos que nasceram em junho
  • dia 27 de outubro para os grupos que nasceram em julho
  • dia 28 de outubro para os grupos que nasceram em agosto
  • dia 29 de outubro para os grupos que nasceram em setembro
  • dia 30 de outubro para os grupos que nasceram em outubro e novembro
  • dia 31 de outubro para os grupos que nasceram em dezembro

O que se sabe, até o momento, sobre a prorrogação?

Como dito anteriormente, o que se sabe até o momento é que, se não houver a regularização do novo Bolsa Família com reajustes que chegam a 50%, o Ministério da Economia pode prorrogar o auxílio emergencial por mais dois ou seis meses. Mais informações podem ser liberadas no decorrer dos próximos dias. 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, criou o BF com novos valores como uma forma de aumentar a popularidade entre as zonas mais pobres. No entanto, devido a inflação a 9,6% acumulada até agosto deste ano e também a falta de verbas no Orçamento de 2021, o programa se torna inviável de ser pago, tendo que ser prorrogado para o ano de 2022.