O software pode ser parte da solução climática. A iniciativa GreenCoding da GFT ajuda as empresas a desenvolver, programar e executar softwares de forma mais ecológica. Isso contribui para a preservação do meio ambiente e para a luta contra a mudança climática. Além disso, a GFT assume o compromisso de alcançar a neutralidade climática em suas próprias operações até 2025.

Minimizar a pegada ecológica está se tornando cada vez mais importante para as corporações em todo o mundo. Legisladores, tribunais e investidores pedem que as empresas sejam sustentáveis em suas próprias operações – bem como nos impactos que seus produtos causam. De acordo com um estudo da Gartner, “mais de 90% dos executivos de empresas que possuem programas afirmam que o investimento em sustentabilidade está aumentando”.

O setor de TI, embora apresente um perfil inferior ao de muitas indústrias em termos de níveis de emissões, não está isento do esforço para reduzir ao mínimo seu impacto sobre o meio ambiente. As soluções de TI respondem atualmente por 5 a 9% da demanda global de eletricidade. Este número continua a crescer anualmente e pode chegar a 21% até 2030.

Com o objetivo de reduzir esta pegada e ajudar seus clientes a economizar milhões de toneladas de emissões de CO2, a GFT lançou sua iniciativa GreenCoding. A ideia por trás disto é conceituar, desenvolver e executar softwares de uma forma mais ecológica para, em última análise, atingir o nível zero de código de emissão. Além de reduzir as emissões, o “código verde” também reduzirá os custos a longo prazo, principalmente através de um menor consumo de energia, tornando-o duplamente atraente para os usuários de software.

Visando o código de emissão zero
Para Marika Lulay, CEO da GFT, a sustentabilidade logo se tornará uma importante vantagem competitiva e o impacto do software no meio ambiente aumenta rapidamente. “Adotar a abordagem GreenCoding, portanto, não é apenas a coisa certa a fazer, como também faz mais sentido para os negócios. Acreditamos que é importante dar um bom exemplo com metas ambiciosas de sustentabilidade para a GFT. É por isso que anunciamos o nosso comprometimento em nos tornarmos uma empresa neutra de emissões em relação ao clima até 2025″, explica.

Para o desenvolvimento do GreenCoding, um grupo de trabalho da GFT reuniu seus conhecimentos e ideias sobre este tema durante meses. Como resultado, a companhia desenvolveu agora uma série de melhores práticas para profissionais de tecnologia: desde arquitetos de sistemas até desenvolvedores, testadores, designers de UX ou gerentes.

De acordo com Gonzalo Ruiz de Villa Suarez, diretor de tecnologia (CTO) da GFT, o software padrão muitas vezes não é otimizado para consumo mínimo de energia, banda larga ou uso de memória. Por exemplo, a escolha da formatação da imagem e a forma como elas são processadas tem um impacto nos tempos de carregamento e na experiência do usuário. “Se escalada para milhões de usuários, uma má decisão pode se traduzir em anos de tempo extra de carregamento e, portanto, em consumo significativo de energia e emissões de efeito estufa associadas que poderiam ser evitadas”, pondera.

Para Alessandro Buonopane, country manager da GFT Brasil, a iniciativa traz um olhar ainda não explorado na questão da sustentabilidade no país. “Ainda falamos pouco no Brasil sobre os impactos dos softwares para o meio ambiente. Por mais que as emissões de CO2 do setor de TI não sejam a de maior destaque, precisamos olhar para isto. Afinal de contas, temos a nossa parcela de responsabilidade com o planeta e não devemos adiar isso”, esclarece.

As diretrizes incluídas no GreenCoding são apenas o ponto de partida deste projeto, com o qual a GFT auxilia seus clientes a priorizar a luta contra a mudança climática, diminuindo sua pegada de carbono. Além do grupo de trabalho na empresa que lidera esta iniciativa, também foi criada uma Comunidade GreenCoding com o objetivo de desenvolver conjuntamente a iniciativa para facilitar o aprendizado e o compartilhamento de conhecimentos.

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