Metas cumpridas em 2019 Divulgação/Toluna
Metas cumpridas em 2019 Divulgação/Toluna

Na noite de 31 de dezembro para 1º de janeiro, muitas pessoas têm suas superstições. Pular sete ondinhas, comer lentilha, romã ou uvas, se vestir de branco… Além disso, outro famoso costume dessa época é o de fazer promessas para o ano que está chegando. Seja entrar na academia, guardar mais dinheiro ou casar, quase todo mundo tem pretensões para os 12 meses seguintes, mostra um estudo feito pela Toluna, empresa fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda.

A pesquisa, realizada com 653 respondentes, apontou que 95% das pessoas fazem alguma resolução de ano novo e, entre essas pessoas, 72% dizem que a principal pretensão é viajar em 2020. Em segundo lugar temos cuidar da saúde (69%), seguido de fazer mais exercícios (66%), investir seu dinheiro (65%) e ler mais livros (49%).  

O estudo também perguntou qual das metas estabelecidas para 2019 os respondentes mais se orgulham em terem finalizado. A principal foram os objetivos financeiros, onde 24% dos que cumpriram alguma das suas resoluções afirmaram ter conseguido concluir esta. Em seguida aparece cuidar da saúde e se exercitar mais, com 17%, viajar, com 15%, cuidados pessoais, com 8%, e aprender uma nova habilidade, com 6%. Confira o resto abaixo.

Tecnologia ajudando
Mais de 69% das pessoas também afirmaram no estudo que baixaram algum aplicativo em seus smartphones para auxiliar nas metas de ano novo, contra 41% que não instalaram nada. Entre os apps que foram mencionados, a maioria é do setor financeiro, varejistas e transportes.

Link para o estudo: http://tolu.na/l/Ap8i5D4Sx

Nota ao editor
Pesquisa realizada entre 13 e 18 de janeiro de 2020 com 653 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 1.625 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, todas as regiões brasileiras, com 3% de margem de erro e 95% de margem de confiança.